Davidoff

Posted on 27/06/2011

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Zino Davidoff era originário da Ucrânia e construiu um império na Suíça que vendia esplendidos e exclusivos charutos feitos com folhas de tabaco de cuba. Ele tinha um acordo com a cubatabaco e enrolava seus puros e os denominava com nomes de vinhos franceses com o Chateaux Yquem ou o Chateaux Margaux. Muito dizem que seus famosos charutos eram muito parecidos com os Cohiba Cubano e sendo verdadeira esta afirmação, é um comentário de excelência. Eu acho que seus charutos eram soberbos mas alguns deixavam a desejar em termos de qualidade o que na verdade é algo comum em caixas dos melhores charutos onde se encontra às vezes alguns que não são adequados ao exercício de se puxar um belo fumo, um prazer solitário e cada vez mais restrito pelas leis contra o tabaco. E tanto isto é verdade que o próprio Davidoff queimou mais de cem mil charutos de baixa qualidade, no final dos anos 80, que não eram aptos a serem consumidos.  No começo da década de 90 a Cubatabaco e o Davidoff desfizeram a sociedade e hoje os charutos Davidoff são feitos com folhas de Santo Domingo, também bons mas não com a excelência dos cubanos. È o tal negócio. Charuto é cubano o resto é resto.

È como as mulheres. Ha mulheres gostosas em todos os quadrantes do planeta. Mas as cariocas são as mais gostosas.

No mundo globalizado de hoje, as excelências estão democraticamente distribuídas no mundo todo. Não que a globalização ajudou a distribuir. È que agora sabemos o que existe no mundo. Mas há certas coisas que são características de cada povo e região.

Bunda é Brasil.

Charuto é Cuba

Perfume é França

Falta de Banho é Europa

Alienado é Estados Unidos

Contrabando é Paraguai

Pedofilia é Vaticano

Babaquice é Argentina

Chope é Bracarense

È assim.

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Posted in: CHARUTOS