O nada santo Papa

Posted on 29/08/2011

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Eu não sei vcs, mas eu não consigo enxergar no atual Papa algum resquício de autoridade moral. E tenho as minhas razões.

Durante o longo reinado do seu antecessor, o cardeal Wotjila mais conhecido como Paulo II, o Cardeal Ratzinger, o atual Papa era o todo poderoso manda chuva de um departamento do Vaticano conhecido como a Congregação para a Doutrina da Fé Cristã, um departamento do Vaticano criado la pelo começo do século 16. Esta Congregação era quem investigava as heresias e as apostasias contra a Igreja católica e cuidava para que todo o mundo acreditasse em uma única religião: a católica. Deus era um detalhe.

Era a tal congregação que estabelecia os parâmetros legais que permitiam os Reis e manda chuvas da época convidarem os não crentes para um belo churrasco onde os convidados eram a carne um fato, convenhamos, não muito sociável, pra dizer o mínimo. Era a famosa inquisição, uma prática já bastante disseminada antes da existência de tal Congregação sendo o seu mais famoso chef um frade dominicano chamado Tomás de Torquemada, o personal torturador dos Reis Católicos Fernando e Isabel na Castilla da Espanha do final do século 15.

Hoje a Congregação é também responsável pelos abusos sexuais uma prática que parece que o Vaticano quer ter a primazia. Ou seja, essa Congregação sabia de tudo que acontecia e acontece nos sombras das batinas dos frailes não muito católicos onde a máxima era vinde a mim as criancinhas. E quando elas vinham, os comiam. Um crime difícil de imaginar e mais ainda de perdoar.

E quem era o chefe desse departamento?

Ele mesmo, o vetusto Cardeal Joseph Ratzinger, hoje mais conhecido como Papa. Ele soube e admitiu saber em uma declaração já como Papa, sobre todos os escândalos da Igreja e seus pedófilos padres tanto nos Estados Unidos, como na Irlanda e alhures sem falar dos escândalos e abuso que meninas carentes e pobres sofriam em diversas escolas de freiras em todo o mundo, sendo a mais impressionante na Irlanda. E isso por longos e tenebrosos anos. Soube também dos pecados menores, os pecados financeiros do banco do vaticano que destruiu a tese que o dinheiro não traz felicidade. No caso do vaticano, ele o compra.

E em vez de ex comungar estes pedófilos safados ele se dedicava a proibir e exigir silencio ao Leonardo Boff, autor da Teologia da Libertação, que nada mais era do que uma clara opção da Igreja pelos menos favorecidos. Mais importante do que as pessoas é defender a fé cristã e os padres, claro, pedófilos ou não.

Ou seja de santo este personagem nada tem.

Só o crime dos pedófilos que acontecia há muito tempo, pelo menos há uns 60 anos seria digno de ex comunhão imediata, como mínimo, de seus criminosos perpetradores. Enfiar nos seus pluribus ânus um ferro em brasa não seria nada demais.

Mas não. Os sujeitos continuam Padres e são meramente afastados administrativamente e no processo de tentar esconder e mascarar tal escândalo, compram silêncios.

Ta bom que a Igreja católica pratique a arte do perdão. Mas convenhamos, perdoar tal padres pedófilos que abusaram de crianças é a mesma coisa que perdoar Satanás e eu não sei mas não tenho visto nenhum perdão ao Satanás ultimamente nos sermões que ainda ouço por ai. Ao contrário. Ele continua a ser demonizado, demônio que é.

A conclusão a que chegamos é que o Vaticano, seus prelados e seu chefe maior são meramente uma gangue de um estado de merda preocupados com o seu poder terrenal e que em vez de gostar de mulher, gostam de crianças.

Como diria Deus se pudesse se manifestar: me tira dessa que esses caras eu não conheço.

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Posted in: POLITICA